Mau sinal
Ela contrai os dedos dos pés e agita as pernas enquanto ele lhe faz olhinhos.
Ela contrai os dedos dos pés e agita as pernas enquanto ele lhe faz olhinhos.
à(s)
15:58
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Subia as escadas, todas as manhãs às 9 e 5, pachorrento com o nariz entre as nadgas dela.
à(s)
14:54
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Se estás fodido respira fundo e atira mais um rocket.
à(s)
03:08
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Quando acabarem com a prostituição no Intendente é que eu quero ver como é que este gajo se desenrasca.
P.S.: Isto com o devido respeito às prostitutas propriamente ditas.
É preciso esclarecer que quando estudei no técnico tive um contacto muito reduzido com as prostitutas, desse contacto ficou-me uma impressão muito positiva da afabilidade das profissionais do sexo, pese embora a notoriedade dos efeitos secundários do cavalo. Foi-me pedido tabaco umas quantas vezes, quando tinha dei cordialmente sem exigir favores em troca.
Uma vez houve um cabrão que no Carnaval me atirou com um saco de água às trombas na presença de uma prostituta, na altura tive uma falta de presença de espírito suficiente para o catalogar de "filho da puta". A senhora que estava por perto foi muito afável e disse-me que "esta gente" não tem respeito por ninguém, posso garantir que não disse qualquer palavrão.
à(s)
01:05
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Porque é que a porra da televisão tem tantos botões se dois para mudar de canal, e vá lá, um para desligar me chegava perfeitamente?
à(s)
00:54
6
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Na passada semana, a direcção do Público tomou uma iniciativa que corre sério risco de vir a figurar entre os mais bizarros episódios da imprensa portuguesa.
No final de um artigo de Isabel do Carmo (IC) criticando a política israelita em geral e o ataque ao Líbano em particular (de resto, em resposta a afirmações anteriores, visando a autora, da habitual colaboradora do jornal Ester Mucznik), estampou a gazeta a seguinte nota: "NR - O Público não alterou a grafia deste texto, designadamente o facto de a autora escrever Holocausto com caixa baixa."
É evidente que o que subjaz à nota do Público é IC ter escrito holocausto e não Holocausto, ou seja, ter iniciado com letra "minúscula": o jornal parece ter a concepção da imensa relevância da primeira letra como critério formal de valorização! Escre- ver "holocausto" é estar com o Hezbollah, grafar "Holocausto" é estar com Israel e a Administração Bush!... Mas porque é que se usa o elusivo "caixa baixa"?...
Daria pano para mangas reflectir sobre esta concepção litúrgica e sacralizante do uso da maiúscula, mas a nota coloca ainda outra questão: é evidente que a direcção do Público pretende tornar claro que não subscreve aquilo que no seu exclusivo entender significa o facto de IC ter utilizado minúscula. Ora, por esta ordem de razões, o jornal teria de estar constantemente a fazer notas semelhantes esclarecendo "não ter alterado a grafia" aos azedos e reaccionários insultos de Vasco Pulido Valente, às reflexões que levam Esther Mucznik a considerar terrorista toda a gente que não pensa como ela e por aí fora!
A vantagem, entretanto, é que fica a saber-se que para incomodar aquele jornal basta uma pequena entorse na ortografia e escrever a grandíssima ofensa de que se trata da Folhinha dirigida por josé manuel fernandes... Ruben de Carvalho
à(s)
18:01
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Pode o maradona (com minúscula) proceder à já habitual limpeza dos arquivos?
à(s)
14:09
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Querem as mulheres portuguesas ter mais cuidado com o uso indiscriminado de minisaias com menos de 20 cm comprimento, calças justas ou transparente e tops ousados?
A gerência agradece. É que um homem tem direito a andar relaxado na rua. No inverno podem andar como entenderem porque eu trago sempre um casaquinho para disfarçar o avolumar de qualquer foco de tensão corporal.
à(s)
16:47
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Ela: Destesto a forma como vocês [homens] falam sobre política, vocês falam de política como quem fala de futebol.
Eu: Porquê?! Por causa do clubismo?
Ela: Não, porque querem saber o que se passou nos balneários.
à(s)
21:20
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"Desculapa lá que eu sou só uma e vocês são bués!"
à(s)
20:52
3
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Se a memória não me falha, chama-se a isto analepse ...
Mas sobre o que é que eu queria falar mesmo?!
Onde é que está o copo?
à(s)
03:05
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Já dizia a minha avó, que Deus tem, quem não bebe é porque tem algo a esconder ...
tss! tss!!!
à(s)
02:51
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Eu: Se eu te pagar bem dás-me conselhos de moda? Tu és verdadeiramente especialista neste assunto da farpela dos cientistas.
Ela: Pois, o teu caso seria um do estilo cientista/agente de MI5 disfarcado. Agora no Verao e mais dificil - tens que arranjar uns bons oculos escuros, e talvez uma pistola de agua? Hmm, deixa ver... Um laser pointer com ar sofisticado... Uma mala de executivo... A todo o custo evitar o look do Russell Crowe em 'A beautiful mind'.
à(s)
15:06
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O João , conta-me que a mulher tem a barriga cada vez mais redondinha, e que arranja o jardim à tarde depois de voltar do trabalho.
Fala-me do trabalho. Sente-se que as responsabilidades pesam de outra maneira. Um telefonema de Portugal, um tio morreu lá no interior do Algarve. Só soube quando o corpo já tinha ido a enterrar. Mandei-lhe um abraço e disse-lhe (subtilmente) para não olhar para traz.
Pergunta-me como estou eu a que propósito lhe escrevi aquela carta. De resto conta-me que as fotografias já foram reveladas. Revela-me que apareço apenas em background, em amena conversa com uma rapariga.
Em certas coisas, nós os latinos, facilmente nos tornamos postiços, é por isso que sou tão amigo do João, Comunista e Católico ao mesmo tempo.
P.S.: O João acaba de me revelar de que cidade a mulher é oriunda, e acaba de perceber com base nesse detalhe porque lhe enviei a carta. Os meses passam sem que eu fale com o João, mas em compensação as nossas trocas de email são pura poesia. Beleza e consolação.
à(s)
18:17
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Há quem se esqueça com demasiada frequência que por vezes os testículos e a consciência são faces opostas de uma mesma moeda.
à(s)
15:51
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