17 de dezembro de 2006

Digamos que ...

... o template voltou à fase de obras, para se acomodar aos templates do blogger beta.

Grandes Tugas

Ai o caralho! Mas eles ainda não decidiram esta Merda! (Note-se a maiúscula!)

Porque é que ...

Porque é que o mesmo impulso que nos faz sentir implodir nos mostra que estamos vivos?

E Deus criou a mulher

Meus caros, tenho que ser honesto: gosto muito deste blogue.

O motivo?! Os textos, senhor!

São os textos estúpido!

16 de dezembro de 2006

Ouvido algures (num autocarro)

É isso ái cálhorda! Continua dizendo mal dêli!
Mais! Mais! Mais!

Bom dia a todos

Quero tornar claro que o senhor entra, mas tem que ter tento na língua.

Este Luis é, e sempre foi, um tipo porreiro; mas é, e sempre será, um moralista castrador.

No fundo isto é tudo falta de sexo. O que ele precisa é de relaxar um bocado. O chocolate nunca fez mal a ninguém.

Comunicado: novo elemento

Tenho a honra de vos comunicar que a partir de hoje o blogue days of angst inicia uma nova política de contratação de novos elementos.

Eu como ditador vitalício (piscadela de olho para o Pinochet), optei legitimamente por começar esta nova política de contratações pelo excelso senhos Casanova Carvalho e Mello que tive o privilégio de conhecer na noite londrina. Em Camden Town.

Quero tornar claro que o senhor entra, mas tem que ter tento na língua.

Sócrates esse fascista

No outro dia um amigo meu mais de direita dizia-me que José Sócrates é um fascista.

Será que este rapaz não se quer inscrever no PCP.

A grande calabala contra o bebé

"O que espanta neste tipo de declarações e no suicídio colectivo que o PSD ensaia diariamente não é tanto a inconsistência política das personagens em causa ou a vacuidade das suas piruetas estratégicas, mas a absurda impunidade com que se apresentam, fugindo às suas mais elementares responsabilidades. Que o dr. Morais Sarmento ou o dr. Santana Lopes se achem talhados para voltar a tomar conta dos destinos do país e o confessem publicamente, depois de um breve e higiénico período de luto, mostra o delírio em que eles próprios vivem e em que vive quase todo o PSD. Por muito deficiente que seja a liderança do partido, nada se compara à oposição interna que hoje se passeia pelo PSD. Se o dr. Menezes e o dr. Sarmento, juntamente com o dr. Lopes, são os novos “barões” do partido, então o partido está, de facto, em vias de decomposição." Constança Cunha e Sá

14 de dezembro de 2006

Lugar comum: um breve comentário sobre a grande choradeira

Eventualmente o objectivo de um luto é saber chorar os nossos mortos com afecto. Quanto às coisas menos boas o objectivo talvez seja aprender a olhar para elas de frente mas sem grandes ansiedades.

No meio disto tudo, chorar talvez nem seja tão desagradável como se diz, especialmente quando é na companhia certa.

Já outra coisa são os segredos e as mentiras ...

13 de dezembro de 2006

Exigências

Ela: Tens alguma exigência?
Ele: Sim um enorme balde de areia!

A vida de um anjo não está fácil

- Olha não me lembro das moradas dos meu blogues, podes-me dizer?
- Com certeza.
- És o meu anjo da guarda.
- Se ao menos pudesse fazer alguma coisa quanto ao resto.

Interpretemos irmãos

A excelência deste post da Charlotte, e a subtileza dos mecanismos literários usados, exige (no mínimo) a dedicação exclusiva de todas as Faculdades de Letras deste país.

Aqui fica o meu lamento!

Frases feitas que nunca é demais repetir

De boas intenções está o inferno cheio ...

12 de dezembro de 2006

A roda dos alimentos

É sabido que a alimentação variada não é o meu prato forte.

Estranho que hoje o cabaz de compras tenha incluido farinha, cenoura ralada, alface e uma garrafa de prova régia.

11 de dezembro de 2006

O fantasma do natal presente

Se há coisa que eu não entendo em Inglaterra é a atitude perante o Natal.

Permitam-me que seja franco, eu vivo entre o ateísmo e o agnosticismo, mas se vos dissesse que para mim o Natal não significava nada estaria a mentir redondamente. Para mim o Natal é a festa dos afectos.

Para os ingleses o Natal é mais uma ocasião para umas boas bebedeiras e para mandar umas boas quecas.

Boas?! Woteva!

Mas há uma coisa em que os ingleses têm alguma razão: o Natal obrigando a família toda a juntar-se é muito propício aos conflitos familiares.

Meus senhores e minhas senhoras as férias e Natal também é para isso que servem. Não me peçam exemplos concretos da minha experiência pessoal. Seria inconveniente.

7 de dezembro de 2006

breve nota sobre a essência deste blogue

1. Este blogue não é um blogue sobre ciência, embora eu às vezes escreva sobre ciência.
2. Não julguem vós que eu em conversa de café sou o tipo que escreve este blogue, aliás no que respeita a questões de natureza pessoal, diz quem sabe, que o gajo que escreve este blogue não existe.
3. O gajo que escreve este blogue embora não exista concorda com o ponto anterior.
4. Este post é sintoma de um certo incómodo por parte do tal gajo que não existe, mas nunca se esqueçam que são todos (mas mesmo todos) bem vindos.

6 de dezembro de 2006

Microcausa / presente de natal





Quer Nosso Senhor Jesus Cristo Todo Poderoso colocar no meu sapatinho uns suspensórios para as meias?

4 de dezembro de 2006

O carro empanado

Um homem com o carro empanado é um animal muito estranho: precisa de amor e carinho.

Uma amiga minha diz-me que no blogue projecto uma imgem da minha sexualidade que depois não corresponde à realidade que é encontrada moutros meios.

É uma possibilidade.

3 de dezembro de 2006

Não necessariamente pela mesma ordem

O senhor dos anéis disse no blogue que blogue de engate já não era.
Fodeu-se.

Rose garden

I beg your pardon,
I never promised you a rose garden.
Along with the sunshine,
There's gotta be a little rain sometimes.
When you take, you gotta give, so live and let live,
Or let go.
I beg your pardon,
I never promised you a rose garden.

I could promise you things like big diamond rings,
But you don't find roses growin' on stalks of clover.
So you better think it over.
Well, if sweet-talkin' you could make it come true,
I would give you the world right now on a silver platter,
But what would it matter?
So smile for a while and let's be jolly:
Love shouldn't be so melancholy.
Come along and share the good times while we can.

I beg your pardon,
I never promised you a rose garden.
Along with the sunshine,
There's gotta be a little rain sometimes.

Instrumental break.

I beg your pardon,
I never promised you a rose garden.

I could sing you a tune or promise you the moon,
But if that's what it takes to hold you,
I'd just as soon let you go, but there's one thing I want you to know.
You better look before you leap, still waters run deep,
And there won't always be someone there to pull you out,
And you know what I'm talkin' about.
So smile for a while and let's be jolly:
Love shouldn't be so melancholy.
Come along and share the good times while we can.

I beg your pardon,
I never promised you a rose garden.
Along with the sunshine,
There's gotta be a little rain sometimes.

To fade.

Anderson Lynn

2 de dezembro de 2006

Era tão ingénua, tão ingénua, que pensava que des****char era tirá-lo da boca

Bem sei que esta já é uma anedota muito velha, que em boa verdade já não faz rir ninguém, mas é sempre bom lembrar.

O amor aprende-se mas não se ensina, desaprende-se mas não se esquece.

(negritos meus)

Template novo, email novo, o palerma do autor é que não há ma(n)eira de mudar

Argumentos contra a pílula abortiva

A pílula abortiva mata um conjunto de células indiferenciadas, mas meus senhores acreditem que essas células já sentem dor!

[Isto meus senhores não é para levar a sério, mas acreditem que até 11 de Fevereiro o prato do dia vai ser este ou coisa parecida. Depois não digam que eu não os avisei!]

1 de dezembro de 2006

A minha vida ...

... está cada vez mais parecida com um filme do Almodovar.

Tenho que começar a escrever um diário em papel, para mais tarde recordar.

O conto

«(...) agarrei-me ao gringuinho, mais doce que açúcar de cana. Variava entre as três e as quetro. O gringo. Às vezes era só eu, diga-se a verdade. Era muito indeciso e nunca sabia para que lado tombar. Mas eu não via mais nada na embocadura dos olhos e queria-o, queria-o. Muito me enternecia aquele arzinho de menino perdido, mas dormir, como é?, cama nunca eu via. O gringo não pedia. Não, não doiam os rins e nem sequer tinha dores de cabeça, é que não sabia, não sabia, nunca sabia qual a escolha certa. E eu, senhor juiz, passava fome mais funda do Biafra. (...)

[a propósito de outro personagem (masculino)] o cabelo a dançar com não da cabeça e o sim a rir na língua (...)»

IAS

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